Sábado, 11 de Julho de 2009

Superhard

- uma mudança de casa (nunca imaginei que eu tivesse tanta coisa! E que ainda preciso de mais...);
- duas revistas, uma legal e uma chatíssima, tipo manual sócioeconomico;
- uma campanha para incentivo da carne inspecionada;
- uma campanha de combate a queimada urbana;
- uma campanha de valorização da cidade;
- os mesmos dois filhos;
- o mesmo marido;
- os mesmos quatro cachorros...

...e no fim do túnel, um recesso do dia 17 de julho ao dia 2 de agosto.
Porque eu mereço...

Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Eu tenho um filho de 3 anos.
Acredita?

Segunda-feira, 1 de Junho de 2009

Para quem gosta de hq, link novo do blog do meu amigo, o cara que fez eu gostar do Homem Aranha e do Wlverine, Gustavo Vícola. Lá do Torre HQ, ok?!

Todo mundo visitando!

Sábado, 23 de Maio de 2009

Sobre potes e felicidade

Prefácio
Que fique bem claro que este post fala sobre bens de consumo. É claro que a felicidade maior ainda está no sorriso daqueles que eu amo tanto.

CAPITULO 1 -
Eu costumo dizer que a maior felicidade do dia está no primeiro gole de coca-cola. Se ela estiver quase congelando é dublehapiness. Um relaxamento muscular quase como um orgasmo. Mesmo. De verdade. Eu praticamente dependo da coca-cola para ser feliz. Ela é tão foda que, mesmo com a nova gramática, ela ainda tem hífen no seu nome. E eu não precido pensa se é cocacola ou coca cola. É simplesmente coca-cola.

Outras coisas carregam um pouquinho de felicidade na sua fórmula. O bombom sonho de valsa. A água de colônia de baunilha da Loccitane. Coisas caras, coisas baratas. Não sei explicar o por quê, só sei que tem felicidade na fórmula!

Uma dessas coisas que carregam alegria eu aprendi com a minha mãe: Renew.

CAPITULO 2 -
É claro que eu conheço La Prairie. É claro que eu já usei. É claro que só amostra grátis. Eu, decididamente, não tenho coragem de pagar R$800 num potinho miserável. Um dia talvez terei, eu não sei. Mas por isso que eu gosto de Renew. Porque é acessível. Porque a minha vizinha vende. Porque em qualquer lugar que eu morar, uma das minhas vizinhas vai vender. Porque toda vez que eu lavo o rosto, eu passo sem medo de acabar. E porque ele tem felicidade na sua fórmula. Minha mãe me ensinou. E ela tinha razão.

CAPITULO 3 -
Meu Renew noite acabou. Eu pedi outro. Uns 3 dias depois ví na TV que uma nova linha Renew para minha idade foi lançada. Fiquei chateada porque queria experimentar, mas já tinha pedido o outro. E não é uma coisa tão barata assim. Eu ia precisa acabar o meu pote primeiro para depois comprar outro.

Hoje a Patty veio trazer meus pedidos e, surpresa, o Renew que eu pedi não veio porque estava em falta. E ela trouxe a linha nova inteira, dividiu em dois pagamentos e ainda me deu a espuma de limpeza de brinde. Pensa numa felicidade...

CAPITULO 4 -
Se eu for no dermatologista e contar que eu uso Renew ele vai dizer: pára de perder tempo com essas besteiras e manipula esse creminho, esse protetor e isso de passar a noite. Isso sim vai trazer resultado.

E eu vou dizer - quando olhar a fórmula: cadê a felicidade?
4 links novos. 2 de designers totalmente diferentes e com o trabalho totalmente diferente também: o el escama - que atua no mundo alternativo do rock londrinense - e o Poke(mon) - que faz a parte comercial de anuncios e flayers.
1 para saber um poquinho mais de Paraupebas - o grande Waldyr Silva - e outro que faz comentários apimentados sobre a nossa política e alguns fatos regionais - William Bayerl.
E também uma lista pra TODO MUNDO seguir esse blog, tá? Não me façam tirar ela de lá por falta de espectadores!

Quinta-feira, 21 de Maio de 2009

De novo, sobre morte e vida

Há um ano, minha querida vovó se foi. E vocês acreditam que eu ainda não acredito?!

Semana passada, a mãe de uma amiga, uma mulher jovem, moderna, bonita, que trabalhava e namorava, como a minha própria mãe, se foi.

E eu fiquei com medo.

A única coisa que eu faço que pode me prejudicar é comer muita manteiga. Eu vou parar.

Eu, que dizia para o Neto que casar no papel é besteira, pensei em casar só para colocar no contrato de casamento que se eu morrer e ele se casar de novo, meus filhos automaticamente vão para minha família.

Depois, fiz ele me promenter que não vai casar de novo se eu morrer.

E pode ser hoje, pode ser amanhã ou pode ser daqui 80 anos, eu não sei. Ninguém sabe.

Agora, mais do que nunca, eu não quero guardar nada. Nem dinheiro, nem felicidade, nem dor, nem um xingamento, nem uma vontade. Eu quero compartilhar, fazer valer, viver um dia de cada vez, dar um passo na frente do outro, com o objetivo único de ser feliz.

Eu não quero cultivar pessoas que eu não gosto perto de mim, eu não quero viver situações em que não me sinto bem, não quero disperdiçar meu tempo.

Eu já vivia assim antes. Pode ter certeza de que hoje eu vivo mais.

O tempo é só um brinquedo.

Sábado, 16 de Maio de 2009

Se você estiver passando pela rua 8, entre D e E, e avistar um muro branco em cima, com listras vermelhas do meio pra baixo e azul no rodapé, com um portão branco fechado - mas aberto - e o Evilásio pitando um cigarrinho quase dentro do prédio, entre! Então, siga pelo pátio, adentre a porta de vidro. Lá é quente. Todos os arcondicionados baforam para essa área. Olhe do seu lado direito e avistará o 'bom humor' da D. Carmem se for de manhã, ou a simpática D. Cícera, aquela que tem vergonha de olhar nos olhos das pessoas quando fala com elas. Nenhuma delas vai perguntar o que você quer, nem te anunciar. Então, tome a iniciativa e entre na porta que vai estar a sua frente, um pouquinho a esquerda.

BEM VINDO A SALA DE CRIAÇÃO DA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE PARAUAPEBAS!

Abrindo a porta, você encontrará uma mesa comprida, para dois computadores ,encostada na parede esqueda. Se já for mais de 10h, atrás do primeiro computador estará afundado Pablito, o designer vegetariano, feliz por estar fazendo uma camapanha de incentivo ao consumo de carne inspecionada (eu avisei que o perigo era ninguém mais comer carne). Ao lado de Pablito, encontramos o note da Leidiane aberto, mas é raro encontrar a moça pois, como ela mesmo diz, ela é a oficegirl e vive na rua levando e trazendo as coisas. Oficialmente, ela é a produtora. Ao lado do note da Leidi, você avistará esse ser que vos escreve e seu note cor de rosa. Meus pés estarão para cima. Eu vou ficar saindo de 2 em 2 minutos para atender telefone. Também costumo reclamar de fome. E sair para reuniões. Eu sou planejamento e redação. Ao meu lado, você verá um computador adaptado com caixas para pessoas grandes. Se der sorte, estará Pokemon, pessoa que chamo carinhosamente de Vagner, o grande designer. 2 metros de altura. Sorte porque ele é muito cogitado no mercado de trabalho e está em constante negociação com Ascom e Anagráfica. Então, é um dia lá e outro cá. O Pablito que fica feliz, porque o salário dele sobe de acordo com o do Poke. O Pablito merece!

Nessa mesa, isso e muitos papéis. No canto direita, uma mesa atravessada, encostada na parede. Mas por que todos se amontoam em uma só, se tem duas? Porque essa é a mesa dos entulhos! Tem o que seria meu computador, várias caixas, papéis e todas nossas bolsas.

Tá. Você entrou. Gire 180 graus e veja uma parede branca e suja, um ar condicionado que vaza pra dentro e um monte de jornais no chão, se molhando com a agua do ar. Esses jornais eram do clipping, mas o João, meu filho, em uma visita ao meu local de trabalho, se pendurou na mesa e ela foi pro chão. Tiraram a mesa e os jornais ficaram lá, espalhados.

Depois das 14h, você encontra Jadiel, que trabalha em outra secretaria, mas é nosso amigo.
Todos os dias, em horários aleatórios, você encontra Gargioni, coordenador da informática, que vai lá dizer que a nossa net tá dando loop na rede (rede essa com 4000 máquinas), que a gente é muito mole porque só nossa sala não tem internet (imagina! Sala de criação sem internet...). Ele lê o jornal, toma um café, chama o amorzinho pra ir embora, conversa com os meninos...Tudo depressa. Entra e sai.
Todos os dias você encontra pessoas pedindo "só um folderzinho", "só um bannerzinho"..."pra hoje a tarde"..."pra amanhã de manhã". E gente vindo cobrar os trabalhos...sala cheia todo dia, toda hora.
Esporadicamente você encontra Helder Messiahs, o fotografo de olhar humanitário que faz fotos e imagens pra gente.

Pode pedir o que quiser. A gente faz. E depois ficamos olhando orgulhosos para nossas 'crianças'.