segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Ontem, eu e o Neto aproveitamos uma folguinha de carnaval - e de crianças - para ir assistir Marley e Eu. Eu tive vontade ler o livro, mas não li, então fui assistir o filme. Eu esperava a história de um cachorro, mas me deparei com um enredo no qual me identifiquei demais. E não por causa do cachorro.
A história da formação de uma nova família do filme é muito parecida com a história que eu vivo nos últimos três anos. A convivência, a gravidez inesperada, o fato de termos que abdicar de quase tudo que nós somos, a frustração profissional, o cansaço que vem junto com os filhos, a "estranheza" que é não se arrepender de nada e a felicidade que é ter comigo o Neto, o João e o Matias é uma coisa que fica clara no filme e que, eu acho, que só entende de verdade quem já passou por isso. Para todas as outras pessoas, acho que a história principal fica mesmo por conta do Marley.
Não acho que todas as pessoas que se casam passam por isso. Acho que tem aquelas que se arrependem sim, que não abrem mão de tanta coisa, que relmente estabelecem um planejamento familiar, que não deixam nem uma parte da carreira profissional para lá, mas, no meu caso, a história é bem parecida mesmo. E eu estou muito satisfeita com ela.

3 comentários:

Neto Gargioni disse...

Eu tbm, muito.

Michelle Dangeli disse...

Preciso assistir esse filme...

Paulo disse...

É...eu não vi o filme, não li o livro...

Então, não tenho muito o que dizer.